O ano de 2026 marca uma virada importante na Segurança e Saúde do Trabalho (SST). As Normas Regulamentadoras (NRs) passaram por atualizações que exigem maior rigor documental, digitalização e foco em novos tipos de risco. Empresas que não se adaptarem estarão expostas a multas, passivos trabalhistas e perda de competitividade.
Principais mudanças nas NRs em 2026
🔹 NR-1 – Diretrizes Gerais de SST
- Mudança: inclusão obrigatória dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
- Exemplos: estresse, assédio, sobrecarga de trabalho.
- Prazo: fiscalização começa em maio de 2026.
- Impacto: empresas precisam documentar e controlar não apenas riscos físicos, mas também os ligados à saúde mental.
🔹 NR-16 – Atividades e Operações Perigosas
- Mudança: novo Anexo V sobre atividades com motocicletas.
- Impacto: empresas de logística, entregas e transporte devem fornecer EPIs adequados e comprovar conformidade.
- Risco: multas e ações trabalhistas em caso de descumprimento.
🔹 NR-35 – Trabalho em Altura
- Mudança: alterações no Anexo III sobre escadas de uso individual e sistemas de proteção contra quedas.
- Impacto: construtoras e indústrias precisam revisar procedimentos e equipamentos.
- Risco: acidentes graves e passivos jurídicos se não houver adequação.
🔹 Multas e eSocial
- Mudança: Portaria MTE nº 1.131/2025 trouxe novas regras de multas ligadas ao eSocial.
- Impacto: inconsistências entre documentos de SST e eventos transmitidos podem gerar penalidades automáticas.
📊 Comparativo: Gestão Manual vs. Gestão Digital de EPIs
A gestão manual de EPIs, feita por meio de planilhas ou registros em papel, ainda é realidade em muitas empresas. Esse modelo, no entanto, apresenta sérias limitações. Documentar adequadamente os riscos exigidos pela NR-1, incluindo os psicossociais, torna-se difícil e sujeito a falhas. Já na gestão digital, relatórios automáticos permitem integrar riscos físicos e psicossociais de forma clara e organizada.
No caso da NR-16 e NR-35, que exigem controle rigoroso de EPIs para atividades perigosas e trabalho em altura, a gestão manual abre espaço para erros: entregas não registradas, equipamentos vencidos e colaboradores sem proteção adequada. A gestão digital, por outro lado, oferece alertas inteligentes e rastreabilidade completa, garantindo que cada colaborador receba o EPI certo no momento certo.
As auditorias e o eSocial também evidenciam a diferença. Com controles manuais, o processo é demorado e sujeito a inconsistências. Já com sistemas digitais, relatórios ficam prontos em segundos e se integram diretamente ao eSocial, reduzindo o risco de multas automáticas.
Do ponto de vista financeiro, a gestão manual gera desperdício: EPIs comprados em excesso, vencidos sem uso ou distribuídos sem controle. A gestão digital permite um estoque inteligente, que já comprovou reduções significativas de custos em empresas que migraram para esse modelo.
Por fim, quando falamos em multas e passivos trabalhistas, a diferença é clara: quem mantém controles manuais está altamente exposto, enquanto quem adota a gestão digital garante conformidade com relatórios precisos e tranquilidade em fiscalizações.
Conclusão
As mudanças nas NRs em 2026 exigem que empresas adotem uma postura proativa e digital na gestão de segurança do trabalho. Quem continuar com controles manuais estará em desvantagem e exposto a riscos.
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